sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Quarta-feira arrepiante!

Este foi mais um ano em que a Desertuna sentiu tristeza por abandonar o palco e deixar pra trás um mar de gente gritando por mais.

Tudo começou com um jantar na cantina de Santo António onde os elementos desta jovem tuna se reuniram para dar o inicio "oficial" à noite de tunas da recepção ao caloiro .


Alguns contratempos e colheradas depois estava tudo orientado e a Desertuna saiu para o pavilhão da ANIL para poder fazer o teste de som. Feitas todas as afinações necessárias, incluindo as outras tunas participantes, abriram-se as portas do recinto.

A C'a Tuna aos Saltos iniciou a sua primeira participação na recepção ao caloiro com o rufar de bombos, depois foi a vez dos nossos afilhados Tuna-Mus.

Quando a Desertuna subiu ao palco a plateia era enorme e ocupava grande parte do espaço.
Vencido o nervosismo miudinho próprio destas andanças e o espectáculo começou com o "Hino à Desertuna" e a "Rapariga", seguiram-se os instrumentais "Praia Lusitana" e "Chegada à Índia" (parte da peça musical "Odisseia").


Após estas duas músicas mais espirituosas vieram músicas como o "Toninho" e "Covilhã" que fizeram arrepiar as almas presentes quando o públicou começou, também, a cantar as letras das canções.

Na vida existem momentos inesquecíveis e esse é, sem sombra de dúvidas, um deles.

Por fim, a pedido da audiência e como não podia deixar de ser foi tocada a "Caloirinha dos meus sonhos". O espírito académico foi uma constante até ao fim da actuação e as vozes do público foram a prova disso.

As actuações tunantes prosseguiram com as Moçoilas e a Orquestra Académica Já b´UBI & Tokuskopus.

A Desertuna deixa aqui um muito obrigado ao público fenomenal que cantou connosco e os parabéns aos caloiros que vieram para a Cidade Neve estudar.

(Fotos gentilmente cedidas por Photo Digital)
Saudações Académicas

2 comentários:

  1. E posso dizer-vos que vai ser sempre assim...porque onde há Desertuna, há um "mar de gente" que vos admira e adora o vosso trabalho. Porque cada acorde vosso nos faz recordar algum momento, porque é impensável sair desta cidade sem vos levar no coração...e como dizia um cartaz nessa noite "Se a Covilhã podia viver sem a Desertuna? Podia, mas já não era a mesma coisa..."
    Querem melhor prova que essa?

    São fantasticos e unicos nesta cidade neve =)

    Parabéns...e acima de tudo, Obrigada!

    **

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  2. meus irmãos... pior fiquei eu que queria fazer-vos uma surpresa e aparecer sem que estivessem a contar mas fiquei com o carro avariado na A25. Enfim... oportunidades não hão-de faltar!
    abraço
    pedro neves

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